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13 de fev. de 2012

Empatia com Dragões

Eu estava assistindo um filme que indico a todos: Como treinar seu dragão.

É a história, linda, de Soluço(uma criança viking) e o dragão "Banguela". Este filme é inteiro lindo, mas a parte tocante é quase no fim do filme. Por que os vikings, no filme, são ensinados a matar dragões e tem a ordem de jamais ter piedade de nenhum. Mas Soluço abateu esse dragão no começo do filme e não conseguiu matar quando ele estava preso em cordas, mas começou a conviver com e descobriu que tudo que seu povo ensina sobre dragões estava errado. Eles diziam que dragões eram impiedoso e maus e queriam apenas matar. Mas Soluço descobriu, sem querer, que eles eram maus apenas pra se defender de um monstro maior e dos humanos que apenas os matavam. E uma menina da aldeia descobre junto tudo isso. Mas o pai de Soluço, chefe da aldeia, não aceita e prende o dragão de Soluço... O resto não vou contar, terão de assistir. Mas nesta hora que o pai prende o dragão acontece a cena mais surpreendente.  A menina que viu tudo com Soluço vai falar com ele. E ela pergunta por que ele não matou o dragão, por que ele foi o primeiro viking em 300 anos que não matou o dragão. E ainda diz, me fale pois quero gravar para sempre o que falar agora.

Ele responde: "Eu me vi nele, ele estava tão assustado quanto eu. Eu não podia ferir ele." Ou seja, ele praticou a empatia, foi o primeiro viking que olhou para dragões, se colocou no lugar deles e pensou que eles podem ter sentimentos e medos. E eu comecei a pensar, será que não agimos assim como os outros vikings agem, apenas olhamos os atos e ignoramos o que pessoas e animais realmente sentem e por que agem de tais formas que nos dão medo? E a partir de agora quero colocar um desafio para mim mesmo, e propor para você: vamos nos colocar no lugar de todas as pessoas, nos ver nas pessoas, o que fariamos se fossemos e estivessemos no lugar delas? Eu sei que é dificil, mas assim que poderemos realmente fazer a diferença e sermos as pessoas que mudam a sociedade, ou seja, sermos filhos do vento....

Amo vossos corações, mesmo que não amem o meu.
Uli Teffann.

Apresentação

Leve é o ser na sua arte de ser pesado e sutil na arte da rudeza desenfreada. Este é o enigma que se desvenda na figura única e desparelha desta pessoa que aqui vos fala. Contradizente em si mesmo sem palavras, mas nos olhares e ações e ao mesmo tempo coerente, ao ponto da homogeneidade ser alcançada e louvada em seus atos e pensamentos fluentes e manifestos na realidade mórbida oriunda de seu subjetivo vivaz e belo. Este é o ser que se figura como embaixador da arte numa geração desgarrada do sentimento genuíno e da vida simples, bela e diferente. Numa geração que reprime o novo e agarra o duvidoso de tal forma, que a arte se cristaliza nas ruas como baderna ou rebeldia inesplicada. E eu como anunciador da arte genuína e pura que vem para quebrar as barreiras do normal e cotidiano aclamo-me capaz desta nobre arte de fazer arte.

Amo vossos corações, mesmo que não amem o meu.
Uli Teffann


Não sendo visto

Procurei pelas ruas e pelas colinas, por todas vias e ruas. Procurei aquela pessoa que tiraria meu fôlego. Eu a encontrei, realmente a encontrei... Sinto que um sentimento de alegria, realização e paixão cresce em mim a cada minuto que a vislumbro, mas a cada minuto segue e cresce a certeza de eu ser invisivel. Ela é grande demais para mim, importante e amada demais para mim. Seguirei invisível apenas vendo sua luz de longe e querendo me unir a seu brilho...

Amo vossos corações, mesmo que não amem o meu.
Uli Teffann.